quarta-feira, 30 de abril de 2014

Jesus e o Imposto de Renda




Hoje (30.04.2014), é o ultimo dia para apresentação da Declaração do Imposto de Renda. Diante disso, ao ler o texto de Mateus 17, inevitavelmente lembrei-me desse fato e foi impossível não fazer a relação das atitudes de Jesus com o que estamos acostumados a ver.

No texto, quando os apóstolos estavam em Cafarnaum, Pedro é interrogado pelos cobradores de impostos acerca de Jesus. Eles queriam saber se Jesus pagava ou não os impostos (v.24). A resposta de Pedro é exatamente o que esperamos ouvir desse Jesus Justo que professamos. “Sim, Ele paga”, respondeu Pedro (v.25), e sabemos que esse é um testemunho válido sobre o que Jesus costumeiramente fazia, pois o texto nos permite deduzir que Pedro estava longe de Jesus, pois logo a seguir afirma: “quando Pedro entrou na casa” (v.25). Se é esse o fato, e se a resposta de Pedro é convicta, como de fato é, então podemos concluir que Jesus pagava seus impostos, pois Ele mesmo diz que deve-se “dar a César o que é de César” (Lc 20:25). Não temos como definir com precisão quais os impostos que César, o imperador, costumava cobrar, mas certamente se o Imposto de Renda fosse um deles, Jesus teria pagado.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

4 meios de ajudar as crianças a aprenderem com as Escrituras



Achei este texto claro, curto e edificante. Aos pais, façam, continuem fazendo e aperfeiçoem-se em fazer tais coisas.

Boa Leitura! 




Ensinar as crianças sobre fé e todos os ensinamentos deixados pelo Senhor é um dever e uma obrigação deixada aos pais, afinal os filhos que temos aqui nesta Terra foram nos dado em confiança pelo Senhor que espera que nós, pais, sejamos capazes de ensinar-lhes bons caminhos e torná-los adultos espirituais e bondosos.

No entanto, é importante que não deixemos para depois. O início deste aprendizado sobre fé e obras deve ser feito desde que são pequenos, ainda na infância. Apesar de muitas vezes parecer que eles estão apenas brincando e não atentos ao que estamos tentando ler ou mostrar, o exemplo e a persistência fazem diferença se este for seu objetivo.

Com muita persistência e força de vontade siga algumas ideias:

1 – É possível adquirir em livrarias algumas edições de escrituras especialmente desenvolvidas para as crianças, elas, na maioria das vezes, são ilustradas. Esse fato facilita o interesse dos pequenos pelas histórias ali contadas. Na hora de dormir coloque-os na cama e conte uma das histórias dos testamentos de Cristo a eles. O tom de voz também é superimportante, então mantenha-o adequado dando a entonação necessária para que se mostrem cada vez mais interessados em ouvir.

2 – Vocês podem também ter uma noite para reunirem-se e estudarem as escrituras em família, esse tempo determinado semanalmente pode ser conhecido como “reunião familiar”. Neste período vocês podem ler as escrituras ou contar, como se estivessem contando uma historinha mesmo, alguma história das escrituras para que eles possam aprender. Na verdade, a reunião familiar servirá para todos da família, mas os pequenos com o passar das semanas serão os primeiros a lembrar que naquele dia estipulado é o dia da reunião familiar.

3 – Há histórias que chamam bastante a atenção das crianças, como a de Jonas, por exemplo, que ficou três dias na barriga de uma baleia, ou então a fantástica história de David que matou o gigante Golias, então uma boa dica é começar a ensinar-lhes por estas. No final de cada uma delas não deixe de salientar os ensinamentos para que eles possam aprender.

4 – Levar os pequenos à Igreja também é essencial para dar-lhes um testemunho a respeito de Cristo e deixá-los com interesse de aprender mais. Combine com sua família e esforcem-se para estar na Igreja semanalmente.

As escrituras ensinam muito a respeito de virtudes e valores e para que as crianças de hoje possam ser adultos melhores no futuro precisam conhecer quais são esses ensinamentos ainda em sua infância. Não negue essa possibilidade a seus filhos, ensine e aprenda com eles, isso com certeza fará uma grande diferença em suas vidas!

Renata Finholdt
Fonte: família.com.br


terça-feira, 22 de abril de 2014

Sua Páscoa foi em vão... ou não!




Todos nós já percebemos que a semana da Páscoa, a semana Santa, não é uma semana comum. Nesta semana, todo mundo quer ser santo. As pessoas se lembram de Jesus, Sabem (ou deveriam saber) que Ele morreu na sexta, ressuscitou domingo, “malham” o Judas no “sábado de aleluia”, vão às suas igrejas no domingo, e tudo quanto a tradição determina. E é claro, infiltram o coelho da páscoa que bota ovo no meio da história. Nada contra o Ovo de Chocolate, propriamente dito.

Mas a pequena reflexão aqui é sobre a pseudo-santidade do mundo inteiro. Nós conhecemos pessoas fora do contexto cristão. Nós vemos a vida que elas levam porque elas não têm temor algum do que vão pensar, afinal, a maioria vive assim. Não importa se a maioria está errada, mas a maioria faz. 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Heresia, uma palavra proibida!



“E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós” 1 Coríntios 11:19

No cristianismo desse século, algumas palavras parecem ter sido extintas do vocabulário cristão. Desde o início, palavras como heresias e hereges sempre fizeram parte do linguajar cristão, e não eram vista com receio pelos mesmos. Nos escritos bíblicos, vamos encontrar os autores do Novo Testamento fazendo uso das mesmas e orientando suas congregações para que tomem cuidado com os hereges e suas heresias. Como no texto acima, Paulo chega ao ponto de dizer que é necessário que haja heresias entre nós, e a razão disso é para que os sinceros servos de Deus se manifestem. Dessa forma, as heresias definem os hereges. O homem capaz reconhecer uma heresia é capaz de reconhecer o herege. 

Mas o que vem a ser heresia? A raiz da palavra vem do Grego αἵρεσις, que deu origem ao latim haerĕsis, que quer dizer escolha, opção. Pode ser entendida como o ensinamento que se afasta voluntariamente dos ensinamentos pregado por Cristo e pelos Apóstolos. Logo, é um ensinamento que fere ou deturpa os princípios bíblicos, no todo ou em parte. Alguns exemplos de heresias que surgiram ao longo dos séculos são o Gnosticismo, Docetismo, Universalismo, Modalismo, Arianismo, Maniqueismo, etc. Atente-se para isso: “nada há de novo debaixo do sol” Eclesiaste 1:9. Todas as heresias atuais já foram combatidas ao longo dos séculos pela igreja cristã.  Assim, o uso do conhecimento bíblico e histórico por parte do cristão é essencial para sua fé permanecer inabalável diante de tantos falsos ensinamentos. Judas nos orienta a “defender a fé que de uma vez por todas foi dada aos santos” (Jd 1:3).