segunda-feira, 21 de julho de 2014

Mensagem à Igreja Brasileira - Paulo Junior



Esta mensagem do Pastor Paulo Junior, da Igreja Aliança doCalvário, responsáveis pelo Canal do Youtube Defesa do Evangelho, merece ser disseminada. Louvo a Deus pela vida deste homem, que prega a Palavra de Deus como nós precisamos ouvir. 

Este recado é urgente para a nossa atual realidade cristã, e merece ser propagado por todos os lugares.

Que o Senhor nos abençoe a retornar às Escrituras, Sola Scriptura

Walter H C Silva


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Paternidade Espiritual



A expressão é controversa. Particularmente, não sou adepto de termos novos para descrever doutrinas ou práticas, e confesso que tenho certa dificuldade em absorver novidades. Mas esse é meu processo de absorção, um certo mecanismo de defesa, entretanto, não inquebrável. Assim, quando ouço alguns termos “novos”, tal como “paternidade espiritual”, tendo a ficar com os dois pés atrás.

Não bastasse, parece ser controverso em razão de ser praticado por igrejas mais modernas. Não se vê (ou se via, até bem pouco tempo)  em meios batistas e presbiterianos, por exemplo, usar-se tais terminologias. Geralmente, expressões como “meus discípulos”, “meus filhos”, “minha geração”, “meus isso e aquilo” são advindas de redutos neopentecostais, que reproduzem quase que mecanicamente esses chavões. Não há muita profundidade teológica quanto ao dever ou necessidade de se usar alguns termos. Parece mais uma “modinha” evangélica que parece agradar a todos. Como resultado, quando igrejas mais, digamos, tradicionais e históricas, passam a adotar esses termos, parece que estão copiando os modelos rasos inventados no meio gospel, e, mesmo sem querer, deixam a impressão de que estão “se adaptando aos tempos”. Esse é o único “porém” que enxergo quanto a adotar termos como “pai espiritual”, etc.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Lei da Palmada e o Cristão Brasileiro: Só um alerta!



Rainha dos Baixinhos comemorando aprovação da Lei da Palmada
Mês passado (05.06.2014), o Senado Federal aprovou uma Lei que visa interferir ajudar na educação que os pais dão aos seus filhos. Esta lei ficou conhecida como a “Lei da Palmada”, ou “Lei menino Bernard”. Começo este texto lembrando que esta lei é inútil, como a maioria das leis existentes neste país. Explico. A maioria dos artigos (80 %) já estão contemplados em outros códigos e leis existentes. Digo isso com conhecimento de causa, sou advogado. Assim, a lei é só mais um discurso conhecido de gente querendo aparecer, tal qual a Xuxa (oi, rainha dos baixinhos!).

Não bastasse a redundância da referida Lei, que tenta criar o que já foi criado, pais poderão ser punidos, sendo obrigados a fazerem cursos ou perdendo o pátrio poder em razão da correção que aplicarem em seus filhos. Aqui, como pai, filho e cidadão, tenho que lembrar-lhe que essa lei nada acrescenta à moral, piedade e justiça desse país, que há muito perdeu-se de vista. Um país abarrotado de leis que vive como se não tivesse lei, isso é o Brasil.