Eu já fui líder de pessoas. Já liderei equipe de serviço, já
liderei pessoas em igrejas, e há bem pouco tempo, deixei de exercer liderança sobre
um grupo pequeno de irmãos, que carinhosamente chamamos de célula. Mas sobre
tudo, ainda continuo a ser um líder, dos meus filhos,
razão pela qual ainda escrevo.
Num contexto específico, dias atrás, cometi alguns excessos,
e, após refletir sobre a questão, tive de me desculpar, pedir perdão, assumir
minhas falhas e me colocar na posição de tolo, como realmente fui. Mas depois
disso, refleti um pouco mais, e observei os benefícios que poderiam advir de um
pedido sincero de perdão de alguém que é visto como “líder”. Eis as minhas
conclusões...