quinta-feira, 28 de agosto de 2014

AUTOR DA MINHA FÉ - Um clássico de roupagem nova

Minha admiração pelo Grupo Logos está além do que posso explicar. Não há sequer uma só música em que eu não me deleito meditando em suas letras tão profundas. A razão da minha admiração pessoal por esse pessoal das antigas tem vários motivos, mas essencialmente porque eles são o tipo de grupo musical (gospel) que não se acha hoje em dia. Não que não existam hoje, mas são tantos “artistas” gospel que cantam tanta asneira, que os “antigos” nunca perdem seu espaço, pelo menos pra mim.

Nessa canção, Autor da Minha Fé, o líder do grupo Logos (Paulo Cesar) e o Cantor Paulo Cesar Baruk conseguem colocar uma nova roupagem musical naquela canção célebre, e, juntos, conseguem rejuvenescer esta linda Canção.

Pra quem não conhece, abaixo segue a canção original do Grupo Logos.

Walter H. C. Silva
 

Paulo Cezar Baruk e Paulo Cesar (Logos)

Grupo Logos

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Quem fundou a Igreja? Jesus criou a Religião?




Estas perguntas me foram feitas por uma amiga muito querida, sedenta, que é uma verdadeira pescadora de alma. Entretanto, entre os que “estão sendo pescado”, sempre há aquele um que é erudito no seu conhecimento, questionador, disposto a discutir o quanto for para não se apartar de suas convicções sinceras, porém, erradas. Por isso, e não somente por isso, que devemos nos apresentar a Deus como Obreiros Aprovados, que manuseia bem a Palavra da Verdade, não tendo do que se envergonhar (2 Tm 2:15).

Entretanto, é importante lembrar que um indivíduo que normalmente foge de uma discussão acerca da verdade, que pode salvar vidas e esclarecer mentes, em nome da “boa vizinhança”,  é um covarde, visto que por sua renuncia talvez deixe de salvar um homem; entretanto, do outro lado da via, aquele indivíduo que vive em busca de discussões como estas e se orgulha disso, é, na verdade, um arrogante e prepotente, que busca glória própria de seus conhecimentos. Dessa forma, buscar ou fugir de tais coisas, nem sempre é bom, ou nem sempre é ruim, tudo depende do Espírito de Deus, que nos ensina: “a paz de Cristo seja o juiz em seus corações” (Cl 3:15).

Da mesma forma, é importantíssimo lembrar que discutir por discutir para provar quem está com a verdade não é correto, a luz das Escrituras, uma vez que intelecto por intelecto não significa nada. Lembre-se que as coisas de Deus se discernem espiritualmente e não podem ser compreendidas pelo homem natural (1 Co 2:14), e que somente o Espírito Santo convence os homens dos seus pecados, dos erros, da justiça de Deus e do seu divino Juízo (Jo 16:8), sendo assim, você pode pregar o quanto quiser, falar e discutir o quanto quiser, vai alcançar apenas a mente da pessoa, e a mente natural dela irá rebater até o final, contudo, apenas o agir sobrenatural do Espírito Santo pode alcançar o coração do inquiridor e convencê-lo a se converter a Cristo. Portanto, se nossas conversas e pregações não forem precedidas de vidas santas e consagradas, dedicadas a Deus em oração secreta e jejuns constantes, não haverá sucesso, e é capaz de você perder seu amigo para sempre, pois sem o Espírito Santo, você será reconhecido como Arrogante, Prepotente, que se acha detentor da verdade. Fujamos disso. O livro de Provérbios é recheado de conselhos práticos para coisas como estas, e se o levarmos em consideração, teremos sucesso nos nossos relacionamentos.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Inerrância Bíblica - O Testemunho Interno do Espírito

Por  R. C. Sproul
 


Há quase quarenta anos, eu fiz parte de um grupo conhecido como o Concílio Internacional de Inerrância Bíblica. Preocupado com o impacto da alta crítica liberal, nós nos reunimos para definir o que significa dizer que a Bíblia não ensina nenhum erro e para articular uma posição defensável a respeito da confiabilidade da Palavra de Deus que os cristãos pudessem usar para combater os equívocos e declarações falsas da posição histórica da igreja quanto à Bíblia. O concílio desenvolveu a Declaração de Chicago sobre a Inerrância Bíblica, que lida com muitas questões relacionadas à inspiração e à veracidade da Escritura. O artigo XVII dessa declaração afirma, em parte, que “o Espírito Santo testifica das Escrituras, dando aos crentes a certeza da veracidade da Palavra escrita de Deus”.