segunda-feira, 1 de junho de 2020

Refletindo Sobre Graça - IV

#RefletindoSobreGraça 

João 8: Jesus tava ali ensinando de boa, fariseus chegam com uma adúltera, a acusam e esperam a resposta do Mestre. Ele para, se inclina e escreve com os dedos na areia! Sei lá o que estava sendo rabiscado ali, mas me parece que aquilo funcionou como um interruptor. Verdade. 
Veja bem: Primeiro escuta a acusação, invés de julgar, "coloca a mão no interruptor". Eles insistem na acusação, daí como quem "liga a luz" num quarto escuro, Ele diz: "Quem não peca, atira a primeira pedra". O interruptor foi aceso! A acusada permanece quieta, os acusadores enxergam com a "luz da consciência" que também estão sujos. Silêncio. Sentença proferida: "Eu também não te condeno. Vá e não peques mais". Fim de Julgamento. 
Aquela mulher só recebeu a Graça porque estava de mãos vazias, havia deixado sua auto-defesa no caminho. Pessoas cheias de si, egoístas e egocêntricas não podem receber Graça, pois esta só cabe em mãos vazias. Ninguém é melhor que ninguém, mas só seguirá em paz aquele que conseguir enxergar tal coisa quando a interruptor for ligado pela  mesma mão que rabiscou naquela areia. É melhor estar de mãos vazias!

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"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face." Agostinho

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